Ministro Suspendeu Contrato que Transfere Comando do Enem

O novo Ministro da Educação, Mendonça Filho, suspendeu no final da semana passada contrato que visava transferir o controle do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que é do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), para uma instituição privada.

A partir do contrato aditivo, criado pelo ex-ministro Aloizio Mercadante, as operações relativas as provas do Enem passariam para a Organização Social Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), pelo valor de 2 bilhões de reais.

Em sua justificativa, Mendonça Filho classificou o valor firmado como “absurdo e injustificável” diante dos desafios e gastos do Ministério da Educação (MEC) em seu governo interino. Além disso, o atual ministro ainda esclareceu, por intermédio de sua equipe técnica, que o fechamento de tal contrato significaria a terceirização do Inep.

A negação do contrato não deve alterar em nada o cronograma do Enem 2016, cujas provas estão programadas para o primeiro final de semana do mês de novembro (dias 5 e 6).

Vale esclarecer que, atualmente, duas instituições privadas colaboram com o Inep na aplicação do exame: a Fundação Cesgranrio e o próprio Cebraspe, que consiste no antigo Cespe (Centro de Seleção e de Promoção de Eventos), vinculado a Universidade de Brasília (UnB).

Conforme informações do jornal O Estado de S. Paulo, a Cebraspe tem acordo firmado com a União (governo) para auxiliar na aplicação do Enem até 2019.

Fonte: UOL Educação

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