Império Romano (31 a.C. – 476 d.C)

Após o fim dos triunviratos de Júlio César e Otávio, este último, após concentrar sobre si uma série de poderes, inclusive o de Augusto, tornou-se imperador.

Seu governo levou Roma ao auge e concebeu a Pax Romana, que consistiu num período de paz, sem guerras. Em 14a.C. teve iniciou a Dinastia dos Júlio-Cláudios, composta por Tibério, Calígula, Cláudio e Nero. Estes foram responsáveis pela organização administrativa da cidade e pela romanização, ou seja, uma uniformização dos costumes, já que havia povos com diferentes culturas, além de um processo de democratização.

Depois desse período, ocorreu uma série de guerras civis entre 68 d.C. e 69 d.C e os soldados começaram a ter poder e se tornarem imperadores. Em 69 d.C., iniciou-se então a Dinastia dos Flávios, composta por Vespasiano, que era mais democrático e começou a construção do Coliseu, Flávio, seu filho, o qual terminou a obra, e Domiciano.

Em 96 d.C., iniciou-se a Dinastia dos Antoninos, composta por Nerva, Trajano, Adriano, Marco Aurélio, Antonino Pio e Cômodo. Nerva e Trajano expandiram ainda mais o território romano, mas Adriano decidiu recuar. Já Marco Aurélio queria restituir a República.

Devido ao aumento dos impostos para manter o Império e à diminuição da quantidade de escravos, teve início uma crise que afetou a base da economia, a agricultura e o imenso território tornou-se um problema.

A partir de então começou, em 193 d.C., a Dinastia dos Severos, composta por Sétimo Severo, Caracala, Macrino, Heliogábalo e Severo Alexandre. Nesse período, o Imperador Caracala elaborou o Edito de Caracala, que promovia maior liberdade e democracia ao povo romano. Começaram a ocorrer também as invasões bárbaras.

Em 284 d.C., o poder foi concebido a Diocleciano, que estabeleceu uma tetrarquia, ou seja, o poder foi dividido em quatro partes, para seus quatro filhos. Durante o seu regime, foram adotadas políticas para que os romanos não fossem para outras regiões.

Após sua saída, quem subiu ao poder foi Constantino, que transferiu a capital do Império para Constantinopla e instituiu o Cristianismo como religião oficial.
Posteriormente, o poder foi transferido à Juliano, que não era cristão, portanto Roma voltou ao politeísmo, e depois a Teodósio.

Em 395 d.C., com a morte de Teodósio, o Império foi dividido em Império Romano do Ocidente, com sede em Roma, e Império Romano do Oriente, com sede em Constantinopla.

Com essa divisão ocorreram outras invasões bárbaras que levaram a queda o Império romano.

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